Estamos lendo um livro, "O Evangelho Maltrapilho", que tem mudado muitos dos nossos conceitos acerca da graça...
"O modo como somos uns com os outros é o teste mais verdadeiro da nossa fé: Como trato um irmão no dia-a-dia, como reajo ao bêbado marcado pelo pecado na rua, como respondo a interrupções de pessoas de que não gosto, como lido com gente normal em sua confusão normal num dia normal podem ser melhor indicação da minha reverência pela vida do que um adevido contra o aborto preco ao pára-choque do meu carro."
Brennan Manning
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Os provérbios que nos são inspiração
São muitos os livros que nos causam reflexões, mas entre todos eles aquele que é o mais vendido no mundo, a Bíblia, continua a acalentar-nos, corrigir-nos, quebrantar-nos, ensinar-nos e instruir-nos em qualquer momento, especialmente nas manhãs.
No capítulo 18, do livro de Provérbios, vemos palavras que produzem vida em vez de morte. Sim, as palavras têm poderes que são conhecidos por todos. Lamentamos que nem todos parem para pensar se estão gerando vida ou morte.
"A língua tem poder sobre a vida e sobre a morte; os que gostam de usá-la comerão do seu fruto" Pv. 18:21
Pensamos sobre esse versículo e chegamos a seguinte conclusão, podemos matar as pessoas a cada segundo. É necessário termos coragem para não fazê-lo. Matar é um ato covarde!
Mais alguns provérbios que embalam nossa reflexão neste dia:
"Quem se isola busca interesses egoístas e se rebela contra a sensatez" Pv. 18:1
"O tolo não tem prazer no entendimento, mas sim em expor os seus pensamentos" Pv. 18:2
"As palavras do homem são águas profundas, mas a fonte da sabedoria é um ribeiro que transborda" Pv. 18:4
"A conversa do tolo é a sua desgraça, e seus lábios são uma armadilha" Pv. 18:7
"Quem relaxa em seu trabalho é irmão do que o destrói" Pv. 18:8
"Quem tem muitos amigos, pode chegar à ruína, mas existe amigo mais apegado que um irmão" Pv. 18:24
Soli Deo Gloria
No capítulo 18, do livro de Provérbios, vemos palavras que produzem vida em vez de morte. Sim, as palavras têm poderes que são conhecidos por todos. Lamentamos que nem todos parem para pensar se estão gerando vida ou morte.
"A língua tem poder sobre a vida e sobre a morte; os que gostam de usá-la comerão do seu fruto" Pv. 18:21
Pensamos sobre esse versículo e chegamos a seguinte conclusão, podemos matar as pessoas a cada segundo. É necessário termos coragem para não fazê-lo. Matar é um ato covarde!
Mais alguns provérbios que embalam nossa reflexão neste dia:
"Quem se isola busca interesses egoístas e se rebela contra a sensatez" Pv. 18:1
"O tolo não tem prazer no entendimento, mas sim em expor os seus pensamentos" Pv. 18:2
"As palavras do homem são águas profundas, mas a fonte da sabedoria é um ribeiro que transborda" Pv. 18:4
"A conversa do tolo é a sua desgraça, e seus lábios são uma armadilha" Pv. 18:7
"Quem relaxa em seu trabalho é irmão do que o destrói" Pv. 18:8
"Quem tem muitos amigos, pode chegar à ruína, mas existe amigo mais apegado que um irmão" Pv. 18:24
Soli Deo Gloria
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Considerações sobre a primeira pessoa que há em mim
Faz tempo que tento “bloggar”, mas ainda não tinha decidido "enfim esse é o dia". Hoje, porém, no ínicio de uma madrugada, que de forma alguma foi uma madrugada qualquer, parei pra pensar em inúmeras coisas e como escrever, para mim, é um ato de libertação, me ponho a escrever... Sei que o nome do blog, Percepções em 1° Pessoa, gera estranhamento. Eu explico. Pensei nesse nome no dia 22 de agosto deste ano, 2010. A primeira pessoa do plural, o “nós” conhecido de todos, tem a muito tempo me intrigado (palavra que me acompanha e delicia). Quando dizemos “nós” expressamos pensamentos comuns a duas pessoas ou a um grupo. Me lembro que alguns professores sempre me diziam que na escrita acadêmica a minha opinião é irrelevante se não comprovada por alguém de renome, alguém de peso, para dar a minha opinião vida e/ou valor. Pensando nisso e em muitas outras coisas, cheguei a seguinte conclusão: eu não consigo nem ser sozinha, então por que não escrever textos que sejam retratos dos meus pensamentos e de outros. Expliquei bem?
Não posso falar da 1° pessoa do plural, nós, sem falar da 1° pessoa do singular, o “eu”. Aí o caldo engrossa. Qual seria a melhor apresentação do meu mim (risos)? Eu sou sensível demais, eu sou um alguém que chora nas palavras de um grande amigo, um irmão na verdade, chamado Daniel. A minha primeira pessoa se define por algumas palavras: Deus, família, amigos, música, livros (sou uma traça ), sons, cheiros,lembranças, histórias, história, lágrimas, sorrisos e inúmeras incertezas. Meu nome é Hadassa de Almeida. Sobre o meu primeiro nome acrescento a seguinte informação:
Não posso falar da 1° pessoa do plural, nós, sem falar da 1° pessoa do singular, o “eu”. Aí o caldo engrossa. Qual seria a melhor apresentação do meu mim (risos)? Eu sou sensível demais, eu sou um alguém que chora nas palavras de um grande amigo, um irmão na verdade, chamado Daniel. A minha primeira pessoa se define por algumas palavras: Deus, família, amigos, música, livros (sou uma traça ), sons, cheiros,lembranças, histórias, história, lágrimas, sorrisos e inúmeras incertezas. Meu nome é Hadassa de Almeida. Sobre o meu primeiro nome acrescento a seguinte informação:
"Hadassa, um nome judeu, tem como raiz a palavra "murta" -
um arbusto de pequeno porte - e significa fragrância.
É interessante que os ramos de murta são ainda carregados
na procissão das Festa dos Tabernáculos,
indicando paz e ações de graças.
Existe também uma variação, o nome persa, Ester,
significa "estrela" - uma referência não só as flores
em forma de estrela da murta, como também a uma estrela no céu".
(extraído do livro Ester de Charles Swindoll)
Brevemente me defino, eu não sou a peça mas importante.. o “nós” é bem melhor. Hoje é só um toque por meio das palavras....
Escrevo mais quando o sono faltar ou quando o desejo de escrever se tornar a maior das escolhas.
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